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Renda tem primeira alta após dez anos
Distribuição do rendimento, no entanto, não avançou muito, e desocupação aumentou.

O rendimento médio real do brasileiro cresceu 4,6% na passagem de 2004 para 2005, na primeira alta registrada desde 1996, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O nível de ocupação também registrou resultado positivo no ano passado, atingindo uma parcela de 57% do total da população em idade ativa - o maior patamar nos últimos dez anos.

A alta no rendimento registrada entre 2004 e 2005 não foi suficiente para apagar as retrações dos anos anteriores. O valor alcançado no ano passado ainda foi 15,1% inferior ao rendimento apurado em 1996, segundo o IBGE.

Entre os homens, o crescimento da renda em 2005 foi de 3,9%; para as mulheres, o valor teve acréscimo de 6,3%. Outro indicador também apontou melhora da situação para a mão-de-obra feminina: enquanto em 2004 a renda conseguida pelas trabalhadoras representava 69,5% da dos homens em 2004, a proporção subiu para 71,2% em 2005.

A pesquisa do IBGE também mostrou que a renda vem, lentamente, se desconcentrando. "Do total das remunerações de trabalho, os 10% ocupados com os maiores rendimentos detinham 47,1% em 1995 e 44,7% em 2005, enquanto os 10% ocupados com os menores rendimentos ficaram com 1,0% em 1995 e 1,1% em 2005".

Nos domicílios brasileiros, o IBGE apurou que o rendimento médio mensal ficou em 1.524 reais em 2005. Na análise agregada de todas as fontes de renda de um mesmo domicílio, a quantidade de moradias com rendimento de até 1 salário mínimo ficou em 13,1%, e a dos que estavam na faixa de 20 salários mínimos, em 3,3%.

Ocupação

A população ocupada cresceu 2,9% em 2005 na comparação com 2004, o que significa a entrada de mais 2,5 milhões de pessoas no mercado de trabalho – desse contingente, 52% eram mulheres. "Essa maior participação feminina no acréscimo da população ocupada mostrou a contínua e cada vez maior inserção das mulheres no mercado de trabalho".

O nível de ocupação chegou a 56,8%, o maior nível desde 1996, mas inferior ainda, segundo o IBGE, aos níveis registrados na primeira metade da década de 1990.

Já a taxa de desocupação aumentou: passou de 8,9% em 2004 para 9,3% em 2005. A quantidade de mulheres desocupadas, 12,2%, ficou acima do de homens, de 7,1%, "indicando forte pressão das mulheres sobre o mercado de trabalho".
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