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Rede do Sul traz franquias para São Paulo
A Makenji, rede de moda masculina e feminina, escolheu o franchising para projetar em outros mercados a marca que lhe deu prestígio no Sul do País, onde atua com 36 lojas próprias. O Estado de São Paulo, especialmente as cidades com mais de 200 mil habitantes, são áreas preferenciais para a abertura das primeiras unidades franqueadas antes da chegada à capital, prevista para 2009. A meta é inaugurar de dez a 12 pontos neste ano.

"Também abriremos quatro lojas próprias, mas o maior crescimento será com as franquias", afirma o presidente da empresa, Luís Felício. A expansão deverá resultar, segundo projeções do executivo, em uma receita de R$ 200 milhões ao final de 2008 – levando-se em conta apenas as lojas próprias, a expansão será de 20%, totalizando R$ 120 milhões.

Concebida em 1977 em Florianópolis, Santa Catarina, a Makenji cresceu como uma empresa familiar. Nos últimos anos, devido a dificuldades financeiras, contratou a consultoria Galleazzi & Associados para reestruturar os negócios. Hoje, o grupo é controlado por uma offshore e, desde o início de 2007, gerido por Felício e dois diretores da Galleazzi. A Makenji reestruturada "é uma companhia totalmente voltada para resultados", segundo Felício. Ele diz que "a empresa é lucrativa, saudável e está fazendo investimentos".

A entrada da marca em São Paulo começou a ser planejada há dois anos, com a construção de uma sede administrativa no Bom Retiro. "Estamos montando um showroom no local. Não há como crescer sem estar presente em São Paulo", justifica Felício. Em Florianópolis, a empresa mantém um centro de distribuição próprio.

Para os candidatos a franqueado, a Makenji acena com um negócio que disputa com marcas como Zara e Crawford e se dispõe a oferecer coleções renovadas mensalmente. O foco no produto, explica Felício, permitirá um investimento menor em publicidade, com concentração do marketing no ponto-de-venda, de modo a destacar o layout e a vitrine para atrair a clientela. A empresa mantém uma equipe para desenvolvimento das coleções Makenji, mas terceiriza a produção. Segundo Felício, 140 fornecedores abastecem a rede com itens como malhas, ternos, sapatos e camisas.

Investimento – A franquia tende a ser localizada principalmente em shoppings, mas pode ser adaptada aos pontos de rua. O investimento está associado diretamente ao faturamento a ser obtido, afirma o consultor André Giglio, da Francap, responsável pela formatação do negócio.

Uma loja de shopping com 150 m², com expectativa de faturar entre R$ 180 mil e R$ 200 mil por mês, por exemplo, exigirá investimento de R$ 350 mil, sem o ponto e o marketing de inauguração. A Makenji cobrará royalty mensal de 6% sobre o faturamento bruto; taxa de publicidade nacional de 1% (recomenda-se uso de outro 1% para ações locais); e taxa de 6% sobre as compras.

Fátima Lourenço

Saiba mais sobre a Makenji: clique aqui

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