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Peach dá a largada em rede de franquias
A grife de sapatos Peach, da designer carioca Constança Basto, dará largada ao seu projeto de franquias a partir de uma loja no Floripa Shopping, em Florianópolis. Até agora, a marca atuava apenas com lojas próprias no eixo Rio-São Paulo, mas decidiu iniciar uma rede de até 60 franquias, de forma a ampliar rapidamente sua penetração no Brasil.

Marcos Lima, presidente da Peach, aposta em mais velocidade na abertura de lojas
"Em um primeiro momento fiquei cético", diz Marcos Lima, diretor-executivo, sobre a abertura do projeto-piloto em Florianópolis. Depois de visitar a cidade e bairros como Jurerê Internacional e Canto da Lagoa, o empresário mudou de opinião. "Há alta qualidade de vida e grande capacidade de consumo. Comecei a achar perfeito para o primeiro teste", diz.

Lima, que administra os negócios ao lado de sua mulher Constança, diz que a preocupação em ganhar escala sempre esteve presente desde que iniciaram no ramo de sapatos, em 1998. Há quase dois anos, criaram a Peach, uma grife secundária, menos luxuosa que a principal grife da empresa, a chamada Constança Basto. Em junho de 2005, abriram a primeira loja própria Peach, e hoje possuem cinco unidades entre Peach e Constança Basto.

"A intenção com o sistema de franquias é ganhar volume e capilaridade", resume Lima. Mas além disso, a empresa também está buscando diminuir o risco do negócio com parcerias. "Foi um passo natural criar franquias. Acho que não existe maneira de crescer no Brasil se não for assim", diz o empresário.

As franquias vão permitir mais velocidade na abertura de lojas que o somente o uso de capital próprio não possibilitaria. Além de Florianópolis, já estão acertadas mais duas franquias, uma em Cuiabá (MT), outra no Rio de Janeiro (no bairro da Gávea) para ainda este ano, e outras quatro serão abertas até março de 2007. Os investimentos iniciais são de pelo menos R$ 150 mil, e o casal de empresários tem priorizado a abertura de unidades em shopping centers.

Os sapatos da designer, que tem uma loja em Nova York, ganharam fama principalmente depois que estrelas de cinema americanas passaram a usá-los. As peças são produzidas por indústrias terceirizadas. Segundo Márcio Lima, não há interesse em investir na produção própria. "Preferimos focar investimentos na área de criação e varejo", afirma. A produção, cujo volume não é revelado, deverá dobrar até o fim do ano com o novo projeto. Hoje, metade das peças é destinada à exportação.
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