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Para continuar no mercado: Qualificação profissional e tornar-se um empreendedor são boas opções para quem não quer pendurar as chuteiras

A última Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, referente a maio, aponta que 18,1% da população ocupada têm mais de 50 anos, com rendimento 36,3% acima da média. Na região metropolitana do Rio de Janeiro, a participação é ainda maior: 22,3%. Os números mostram que existe luz após a aposentadoria, e que profissionais, mais velhos e qualificados, podem permanecer no mercado de trabalho, ou até mesmo iniciar uma nova profissão ou negócio próprio.

"Com a redução do índice de mortalidade e da taxa de natalidade, a população brasileira está envelhecendo. Os números refletem uma nova realidade social. Cabe ao poder público criar formas de abrir espaço a essas pessoas no mercado de trabalho", afirma o presidente da Associação dos Aposentados da Fundação Cesp, Milton Dallari. Em parceria com empresas, a associação oferece uma preparação para a aposentadoria.

Um dos caminhos mais procurados por quem se aposenta é o empreendedorismo. De acordo com a pesquisa do IBGE, entre os cinqüentões, 32,7% trabalham por conta própria e 33,6% são empregadores. Conclusão: as pessoas se aposentam e podem continuar gerando empregos. "Muita gente aproveita o Plano de Demissão Voluntária ou o acerto de contas para abrir seu negócio próprio. Uma das melhores opções é abrir uma franquia, que já possua marca forte consolidada", afirma o consultor André Friedheim, da Francap.

Para Dallari, porém, é preciso que haja incentivo para abertura de micro e pequenas empresas como forma de viabilizar a geração de empregos. "A redução da carga tributária e da taxa de juros é essencial nessa estratégia", diz Dallari, em especial quando se trata da abertura de um negócio próprio.

Para compartilhar idéias sobre administração de empresas, o empresário Wilson Trevisan criou, há quatro anos, o Clube do Empreendedor. Em pequenos debates, os empresários trocam experiências e dilemas do dia-a-dia. Para Trevisan, quem pretende empreender após os 50 deve procurar alguma atividade que já conheça, que já possua alguma experiência. Pode ser a área em que tenha trabalhado a vida toda, pode ser o hobby que dê prazer. "Ter um conhecimento prévio sobre o que se pretende montar é importante", afirma Trevisan, completando que, nessa fase da vida, o trabalho deve ser, acima de tudo, fonte de prazer. "Ter um negócio não é tranqüilo, mas com prazer se trabalha muito, mesmo ganhando pouco se é feliz", sentencia. Para quem está começando no ramo, o empresário sugere também franquias, que representam um modelo testado, e tem mais chance de dar certo.

Seja empreender, seja buscar um novo emprego, a qualificação profissional torna-se fundamental em um mercado competitivo. "A qualificação é a melhor forma para preservar o emprego ou conseguir ascensão profissional. E é essencial para as pessoas que querem montar seu negócio próprio", afirma Cida Costa, supervisora de Desenvolvimento da BIT Company, uma das maiores redes de qualificação profissional do país.

Todas as grandes redes de franquias utilizam sistemas para gerenciar a rede. "É preciso, no mínimo, saber utilizar um computador. Aqueles que ainda não sabem ou resistem a aprender perdem terreno. Cursos, de Inglês, aulas de gestão administrativa e troca de experiências entre empresários são fundamentais", diz a supervisora da BIT Company.
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