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Liga Retro, loja que vende réplicas fiéis e comemorativas de camisas de times e seleções de todo o mundo, planeja chegar a cem unidades em cinco anos
Meu querido Aranha Negra. Rivais dentro de campo, Flamengo e Fluminense batem um bolão na Liga Retrô. O tricolor Leonardo Klarnet e o rubro-negro Marcelo Roisman são sócios da empresa que faz réplicas fiéis e comemorativas de camisas de times e seleções.

Criada em 2006, a Liga pretende chegar a cem lojas até 2015. A empresa começou na internet com Klarnet à frente do negócio. "A camiseta é uma das principais identificações do torcedor com o clube. Como hoje os times mudam o uniforme com frequência, senti a necessidade de resgatar peças clássicas."

No início, eram apenas vinte modelos. Ao comprar a camiseta, o torcedor leva um card com a história do clube e da peça escolhida. "Estamos em contato direto com clubes e federações nacionais e internacionais. Precisamos do apoio deles para pesquisar fielmente os modelos e fechar licenças para vender os produtos."

Um ano depois do e-commerce, Klarnet abriu a primeira unidade em Ipanema, no Rio. "Minha intenção era levar o torcedor a uma viagem no tempo. As paredes têm fotos de jogadores, há um telão com imagens de jogos da Copa e os vendedores usam suspensórios e boinas." Em 2009, a segunda unidade foi inaugurada no Barra Shopping, também no Rio. Foi quando Roisman entrou na sociedade. "Temos um passado com o esporte. Eu fazia marketing esportivo e o Roisman trabalhou no Flamengo."

Hoje, a Liga tem quatro lojas próprias, três no Rio e uma em Porto Alegre. Decididos a expandir a marca para ter unidades em todas as capitais que irão sediar os jogos da Copa de 2014, os sócios participaram de uma feira de franquias este ano. "Tenho certeza de que faremos sucesso com os estrangeiros que estarão aqui por causa do futebol." Em junho deste ano, a primeira franquia foi aberta em Brasília. A segunda será inaugurada em outubro, no centro do Rio. Em seguida, a marca pretende ir para São Paulo e Pernambuco. "O plano é abrir vinte unidades por ano, a partir de 2011. Em cinco anos, queremos chegar a cem."

Hoje, cada loja vende cerca de 600 camisetas por mês e o e-commerce comercializa 1,5 mil peças. O tíquete médio é de R$ 100. A Liga Retrô tem licença de 160 modelos, mas o portfólio sempre cresce. "Acrescentamos dois itens por mês." As camisetas que mais vendem são as internacionais "porque agradam torcedores brasileiros de todos os clubes". Entre elas estão a do "carrossel holandês", da Copa de 1974, e a do goleiro da União Soviética, o Lev Yashin, o Aranha Negra.
Embora as camisas de boleiros sejam o carro-chefe, a marca também trabalha com peças de vôlei, basebal e futebol americano. A produção é terceirizada em duas fábricas no Rio. A empresa já recebeu propostas internacionais, mas por enquanto os sócios estão focados no mercado interno. "Não descartamos abrir franquias fora do Brasil, mas só vamos pensar nisso daqui a três anos."
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